janeiro 28, 2009

janeiro 26, 2009

Tão distante

Os carroções seguem para algum lugar onde tem riacho,
e a imensidão nos abrigue em noites de luar...
Um brinde, doce vinho em taças que brilham e refletem
o teu rosto, meu cigano!

Ruído das rodas enferrujadas dão vez a voz do
vento que cantarola doce melodia naquela aldeia.
Música, violino, me emocionam,meu cigano me toma
em teus braços, nossa dança se mistura com o céu,

as flores, sob o clarão da fogueira,e a magia toma conta
daquele lugar. Minha gente se recolhe... uma prece para
nunca quebrar a corrente que nos une pela
estrada, pelo mundo...

O dia clareia!
Seguimos adiante, pois logo ali é nossa casa a natureza nosso
altar e toda imensidão o teto que nos protege de todo mal.

Palavras de Madalena